Não encontrou problemas em desvendar nossos segredos, Nosso corpo, Não é si não, um outro corpo, Por onde o sangue circula. Já nos cortaram a pele com navalhas, Já nos estupraram sem culpa, Durante séculos, vivemos em vossas senzalas, Simplesmente não lhes daremos armas, Os homens construíram suas prisões, E jogaram as chaves fora de nossas muralhas, É hora de declarar guerra e derrubar a barreira que nos separa!